| Escola de Cariacica é única finalista da Região Sudeste em concurso cultural | |
| 01/12/2011 - 18:00 | |
O Projeto intitulado “Meu bairro, minha história”, desenvolvido pela Escola Saturnino Rangel Mauro, localizada no bairro Nova Rosa da Penha I, em Cariacica, foi classificado para a final do concurso cultural “Eu Amo Educar”, promovido pelas editoras Ática e Scipione. A disputa em nível nacional será no próximo dia 31 de dezembro, no estado de São Paulo. A premiação para a escola campeã será um projetor de cinema com recursos de última geração e os três melhores educadores ganharão um tablet. O trabalho finalista é um vídeo documentário que revela a história da fundação do bairro Nova Rosa da Penha, elaborado pelos alunos do ensino médio matutino e idealizado pelo professor de História, Fábio Batista. De março e novembro, os estudantes captaram imagens que retratam questões ambientais, de saúde e sociais do local. Para isso, os alunos contaram com o auxílio de diversas ferramentas tecnológicas, como explica o professor. “Usamos gravadores de voz, câmeras filmadoras e máquinas fotográficas. Em algumas ocasiões o aparelho celular entrou em cena”, disse. A disputa promete ser acirrada e alguns quesitos técnicos serão analisados pelo corpo de jurados durante a competição. “A organização, objetivo geral e o foco de cada trabalho são os principais pontos a serem avaliados”, ressalta o professor Fábio. A unidade de ensino foi classificada dentro da sexta etapa do concurso e foi a única da região Sudeste. Diante do fato inédito, o professor Fábio revela a reação dos alunos ao receberem a notícia. “Eles pularam de alegria, comemoram muito. Hoje vejo que tanto esforço e dedicação valeram a pena. Ano que vem tenho o objetivo de dar continuidade ao projeto, porém, desta vez focaremos o social”, enfatiza. As etapas anteriores do concurso cultural “Eu Amo Educar”, ocorreram no Sul, Centro-Oeste, Nordeste e Norte do país no decorrer do ano. Cada representante das escolas classificadas para a final já ganhou um kit que contém camiseta, adesivo, agenda, caneta, calendário e assinatura de um ano de uma das revistas da editora Abril. | |
| Informações à Imprensa: | |
| Assessoria de Comunicação/ Sedu Rovena Storch/ Aline Nunes/ Karolina Gazoni Tels: 27 3636 -7705/ 3636-7706 E-mail: rsdamasceno@sedu.es.gov.br/ aanunes@sedu.es.gov.br/ kpgbissoli@sedu.es.gov.br/ jgviana@sedu.es.gov.br Twiter: @sedu_es Texto: Juliano Viana |
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Escola de Cariacica é única finalista da Região Sudeste em concurso cultural
sábado, 26 de novembro de 2011
MEU PROJETO SOBRA A HISTÓRIA DA FUNDAÇÃO DO BAIRRO NOVA ROSA DA PENHA I ,É DESTAQUE DA SEMANA DE TODO O SUDESTE
MEU PROJETO SOBRA A HISTÓRIA DA FUNDAÇÃO DO BAIRRO NOVA ROSA DA PENHA I ,É DESTAQUE DA SEMANA DE TODO O SUDESTE
sábado, 19 de novembro de 2011
Dia da Consciência Negra
História do Dia Nacional da Consciência Negra
Esta data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.
Esta data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
HISTÓRIA DO ESPÍRITO SANTO
- Vasco Coutinho - O primeiro donatário e iniciador do povoamento do território, ao fundar a cidade de Vila Velha, em 1535.
- Frei Pedro Palácios - Irmão leigo franciscano, fundador do Convento da Penha, em Vila Velha. Nasceu na Espanha, na cidade de Medina do Rio Seco e chegou ao Espírito Santo em 1558, morrendo em 1570.
- Araribóia - Cacique da tribo temiminó, que partiu de Vitória com 200, índios para ajudar a expulsar os franceses do Rio de Janeiro.
- Padre José de Anchieta - Missionário jesuíta, catequizador de índios, poetas e escritor de pesas teatrais que mais se destacou em sua época. Nasceu nas Ilhas Canárias e morreu na cidade de Anchieta no dia 9 de junho de 15976. Existe um processo de canonização de Anchieta.
- Maria Ortiz - Foi uma jovem capixaba que, aos 22 anos, ajudou a expulsar os holandeses que atacaram Vitória em 1625. Sua ajuda, jogando água fervendo sobre os invasores foi numa escadaria no centro da cidade que em 1924 foi transformada em Escadaria Maria Ortiz.
- Domingos José Martins - Personagem capixaba que se destacou pela participação como líder na Revolução Pernambucana, em 1817, que já pretendia a independência do Brasil. Foi fuzilado em Salvador no dia 12 de junho de 1817.
- Elisário - Escravo que ficou famoso por chefiar a principal revolta de escravos do Espírito Santo, a Insurreição de Queimados, em 1849. Preso, fugiu e se refugiou nas matas não se tendo mais notícias dele.
- Caboclo Bernardo - Pescador que ajudou a salvar a tripulação do navio da Marinha de Guerra do Brasil, Imperial Marinheiro, que naufragou perto da foz do Rio doce, na madrugada de 7 de setembro de 1887.
- Augusto Ruschi - O maior naturalista do Brasil e maior estudioso dos beija-flores do mundo. Fundou o famoso Museu de Biologia Mello Leitão, em Santa Teresa, a Terra dos colibris, onde nasceu em 1915 e morreu em 1986. Pelos seus conhecimentos científicos e pela luta pela preservação na natureza, em 1994, o Congresso Nacional aprovou o decreto do presidente da República, tornando-o o Patrono da Ecologia do Brasil.
Só 30 anos após o descobrimento, Portugal começou a se preocupar com a colonização do Brasil, pressionado pelos ataque piratas que vinham em busca do pau-brasil. Em 1531, Martim Afonso de Sousa, comandando uma poderosa esquadra, chegou a Pernambuco, com a missão de combater os piratas e estabelecer núcleos de povoamento. Não tendo recursos suficientes para bancar a colonização, o então rei de Portugal D. João III aceitou a sugestão de dividir o Brasil em capitanias que seriam distribuídas a quem tivesse interesse e condições para colonizá-las.
Apresentaram-se os 12 primeiros voluntários, oriundos de famílias de guerreiros, navegantes, gente da corte, dispostos à arrojada empreitada, entre eles Vasco Fernandes Coutinho, que recebeu de presente a Capitania do Espírito Santo.
Com a carta de doação, recebida em 1º de junho de 1534, Vasco Coutinho desembarcou na capitania no dia 23 de maio de 1535, desembarcando na atual Prainha de Vila Velha, onde fundou o primeiro povoamento. Como era oitava de Pentecostes, o donatário batizou a terra de Espírito Santo, em homenagem à terceira pessoa da Santíssima Trindade. Para colonizar a terra, Vasco Coutinho distribuiu sesmarias entre os 60 colonizadores que com ele vieram.
Como vila velha não oferecia muita segurança contra os ataques dos índios que habitavam a região, Vasco Coutinho procurou em 1549 um lugar mais seguro e encontrou numa ilha montanhosa onde fundou um novo núcleo com o nome de Vila Nova do Espírito Santo, em oposição ao primeiro, que passou a ser chamado de Vila Velha. As lutas contra os índios continuaram até que no dia 8 de setembro de 1551, os portuguesas obtiveram uma grande vitória e, para marcar o fato, a localidade passou a se chamar Vila da Vitória e a data como a de fundação da cidade.
Administração de Vasco Coutinho Vasco Coutinho era um militar e não administrador, mas deixou várias obras durante seus 25 anos de donatário. Além das duas vilas (Vila Velha e Vitória), foram construídas as duas primeiras igrejas, a do Rosário, em Vila Velha, fundada em 1551 e ainda existente. A outra, anterior à do Rosário, chamava-se Igreja de São João, e também ficava em Vila Velha.
Foram também construídos os primeiros engenhos de açúcar, principal produto da economia por três séculos, até 1850, quando foi substituído pelo café. Em 1551, foi fundado, pelo padre Afonso Brás, o Colégio e Igreja de São Tiago, que, após sucessivas reformas, transformou-se no atual Palácio Anchieta, sede do Governo do Estado.
Com a chegada de missionários, foram fundadas as localidades de Serra, Nova Almeida e Santa Cruz, em 1556. Dois anos depois chegou frei Pedro Palácios, que foi o fundador do principal monumento religioso do Estado, o Convento da Penha, padroeira do Espírito Santo.
Vasco Coutinho, que deixou parentes e amigos em Portugal, venceu bens e contraiu dívidas para receber a Capitania do Espírito Santo, morreu em 1561, em Vila Velha, onde vivia, velho, cansado e pobre, um ano depois de renunciar ao governo da capitania, Povoamento
Depois de Vasco Fernandes Coutinho, o povoamento do Espírito Santo foi sendo feito aos poucos e pelo litoral, durante aproximadamente 300 anos, restringindo-se à região ao sul do Rio Doce. Nesse período, o principal produto da economia era a cana-de-açúcar. A ocupação do interior aconteceu do Sul para o Norte, com mineiros e fluminenses que vinham atraídos pelo café, que começou a ser cultivado depois de 1840. No interior norte, o povoamento começou por Colatina e daí para os outros municípios, com a construção da Ponte Florentino Avidos, em 1928.
Em 1860, o então Imperador Dom Pedro II visitou o Espírito Santo, acompanhado da esposa, Dona Teresa Cristina, permanecendo durante duas semanas, quando desenvolveu intenso programa de Visitas, percorrendo estabelecimentos públicos, colégios, cadeias e deixando de seu próprio bolso uma contribuição para a Santa Casa de Misericórdia.
República Com a proclamação da independência do Brasil, os dirigentes passaram a se chamar presidentes da província, que eram eleitos pelo Congresso. A partir da proclamação da República, a província passou a se chamar Estado, e o Afonso Cláudio de Freitas Rosa foi eleito pelo Congresso o primeiro governador.
Daí até o golpe de estado de Getúlio Vargas, em 1930, os governadores eram eleitos pelo Congresso, seguindo-se um período de interventores, até a eleição de Carlos Monteiro Lindenberg, por sufrágio popular. Com o golpe militar de 1964, novamente os governadores eram eleitos pela Assembléia após indicação dos presidentes-generais - Cristiano Dias Lopes, Arthur Carlos Gerhard Santos, Elcio Álvares e Eurico Rezende -, sendo novamente eleitos de Gerson Camata até José Inácio Ferreira, que toma posse em janeiro de 99.
Por que capixaba? Segundo os estudiosos da língua tupi, capixaba significa, roça, roçado, terra limpa para plantação. Os índios que aqui viviam chamavam de capixaba sua plantação de milho e mandioca. Com isso, a população de Vitória passou a chamar de capixabas os índios que habitavam na região e depois o nome passou a denominar todos os moradores do Espírito Santo.
Personagens Todos os países, estados ou municípios têm pessoas que passaram para a história pelos atos que praticaram. Também o Espírito Santo tem seus personagens que são lembrados até agora. Entre eles podemos citar:
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
ANTIGO EGITO
Introdução
A civilização egípcia antiga desenvolveu-se no nordeste africano (margens do rio Nilo) entre 3200 a.C (unificação do norte e sul) a 32 a.c (domínio romano).
Como a região é formada por um deserto (Saara), o rio Nilo ganhou uma extrema importância para os egípcios. O rio era utilizado como via de transporte (através de barcos) de mercadorias e pessoas. As águas do rio Nilo também eram utilizadas para beber, pescar e fertilizar as margens, nas épocas de cheias, favorecendo a agricultura.
A sociedade egípcia estava dividida em várias camadas, sendo que o faraó era a autoridade máxima, chegando a ser considerado um deus na Terra. Sacerdotes, militares e escribas (responsáveis pela escrita) também ganharam importância na sociedade. Esta era sustentada pelo trabalho e impostos pagos por camponeses, artesãos e pequenos comerciantes. Os escravos também compunham a sociedade egípcia e, geralmente, eram pessoas capturadas em guerras.Trabalhavam muito e nada recebiam por seu trabalho, apenas água e comida.
A escrita egípcia também foi algo importante para este povo, pois permitiu a divulgação de idéias, comunicação e controle de impostos. Existiam duas formas principais de escrita: a escrita demótica (mais simplificada e usada para assuntos do cotidiano) e a hieroglífica (mais complexa e formada por desenhos e símbolos). As paredes internas das pirâmides eram repletas de textos que falavam sobre a vida do faraó, rezas e mensagens para espantar possíveis saqueadores. Uma espécie de papel chamado papiro, que era produzido a partir de uma planta de mesmo nome, também era utilizado para registrar os textos.
Os hieróglifos egípcios foram decifrados na primeira metade do século XIX pelo linguísta e egiptólogo francês Champollion, através da Pedra de Roseta.
Hieróglifos: a escrita egípcia
A economia egípcia era baseada principalmente na agricultura que era realizada, principalmente, nas margens férteis do rio Nilo. Os egípcios também praticavam o comércio de mercadorias e o artesanato. Os trabalhadores rurais eram constantemente convocados pelo faraó para prestarem algum tipo de trabalho em obras públicas (canais de irrigação, pirâmides, templos, diques).
A religião egípcia era repleta de mitos e crenças interessantes. Acreditavam na existência de vários deuses (muitos deles com corpo formado por parte de ser humano e parte de animal sagrado) que interferiam na vida das pessoas. As oferendas e festas em homenagem aos deuses eram muito realizadas e tinham como objetivo agradar aos seres superiores, deixando-os felizes para que ajudassem nas guerras, colheitas e momentos da vida. Cada cidade possuía deus protetor e templos religiosos em sua homenagem.
Como acreditavam na vida após a morte, mumificavam os cadáveres dos faraós colocando-os em pirâmides, com o objetivo de preservar o corpo. A vida após a morte seria definida, segundo crenças egípcias, pelo deus Osíris em seu tribunal de julgamento. O coração era pesado pelo deus da morte, que mandava para uma vida na escuridão aqueles cujo órgão estava pesado (que tiveram uma vida de atitudes ruins) e para uma outra vida boa aqueles de coração leve. Muitos animais também eram considerados sagrados pelos egípcios, de acordo com as características que apresentavam : chacal (esperteza noturna), gato (agilidade), carneiro (reprodução), jacaré (agilidade nos rios e pântanos), serpente (poder de ataque), águia (capacidade de voar), escaravelho (ligado a ressurreição).
Como acreditavam na vida após a morte, mumificavam os cadáveres dos faraós colocando-os em pirâmides, com o objetivo de preservar o corpo. A vida após a morte seria definida, segundo crenças egípcias, pelo deus Osíris em seu tribunal de julgamento. O coração era pesado pelo deus da morte, que mandava para uma vida na escuridão aqueles cujo órgão estava pesado (que tiveram uma vida de atitudes ruins) e para uma outra vida boa aqueles de coração leve. Muitos animais também eram considerados sagrados pelos egípcios, de acordo com as características que apresentavam : chacal (esperteza noturna), gato (agilidade), carneiro (reprodução), jacaré (agilidade nos rios e pântanos), serpente (poder de ataque), águia (capacidade de voar), escaravelho (ligado a ressurreição).
A civilização egípcia destacou-se muito nas áreas de ciências. Desenvolveram conhecimentos importantes na área da matemática, usados na construção de pirâmides e templos. Na medicina, os procedimentos de mumificação, proporcionaram importantes conhecimentos sobre o funcionamento do corpo humano.
No campo da arquitetura podemos destacar a construção de templos, palácios e pirâmides. Estas construções eram financiadas e administradas pelo governo dos faraós. Grande parte delas eram erguidas com grandes blocos de pedra, utilizando mão-de-obra escrava. As pirâmides e a esfinge de Gizé são as construções mais conhecidas do Egito Antigo.
sábado, 24 de setembro de 2011
UM AMIGO ESPECIAL-COORDENADOR EVANDRO
Algumas vezes na vida,
Apenas por fazer parte dela
Até não poder mais
Alguém que faça você acreditar
Que realmente existe o bem no mundo
Alguém que te convença de que realmente existe uma porta destrancada
Apenas esperando que a abramos
Esta é uma Amizade Eterna
Quando você está para baixo
E o mundo parece escuro e vazio
Seu Amigo Eterno levanta o seu astral
E faz daquele mundo escuro e vazio
Parecer de repente cheio e brilhante
Seu Amigo Eterno enfrenta
Os tempos duros e tristes
Se você resolve retornar
Seu Amigo Eterno te segue
Se você perder o seu caminho
Seu Amigo Eterno te guia
E te alegra.
Seu Amigo Eterno segura a sua mão
E diz que
Tudo vai ficar bem
Se você achar este tipo de amigo
Você se sente feliz e completo
Porque você não precisa se preocupar
Você tem um Amigo Eterno na Vida
E o Eterno não tem FIM!!!
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
LIVROS SOBRE A REVOLUÇÃO FRANCESA
Livros sobre Revolução Francesa
Editora: Paz e Terra
Editora: L&PM
Editora: L&pm
Editora: Perspectiva
Editora: Unesp
Editora: Record
Editora: Contexto
Editora: Record
Editora: Paz e Terra
Editora: Record
Editora: Companhia das Letras
Editora: Unesp
Editora: Record
Editora: UFMG
Editora: Expressão Cultura
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